Cinco Passos Para Elaborar Anúncios Matadores No Mercad

27 Nov 2018 08:56
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<h1>Vale a pena A Troca?</h1>

<p>Se n&atilde;o quisermos que todas as nossas ruas sejam indistintamente tomadas pelos carros, vai ser preciso afrontar a complexidade e analisar a relev&acirc;ncia dos fluxos em detrimento dos lugares. O congestionamento total diminui um pouquinho. As ruas pioram muito. Vale a pena a troca? O tr&acirc;nsito da cidade de S&atilde;o Paulo &eacute; sempre um cen&aacute;rio. Nossas manh&atilde;s s&atilde;o tomadas por informes de r&aacute;dios, TVs e web sites que medem o tamanho do congestionamento, com rep&oacute;rteres tentando ceder algum detalhe nova, constru&iacute;dos em helic&oacute;pteros, entrevistando autoridades, e principalmente, consultando blogs. Os aplicativos entraram firme desse segmento, oferecendo a circunst&acirc;ncia de ganhar minutos - ou segundos - nos trajetos cotidianos. O Waze, o Google Maps e os sistemas embutidos nos aplicativos de taxis sugerem rotas escolhas, por interven&ccedil;&atilde;o de ruas que os motoristas nem sabiam que existiam: “Sou meio perdida e me socorro muito. Pego diversas ruazinhas menores para escapar do tr&acirc;nsito e ganho tempo”, falou uma motorista entrevistada pelo site G1.</p>

<p>As pessoas est&atilde;o atr&aacute;s dos atalhos na cidade. O defeito &eacute; que esses atalhos n&atilde;o s&atilde;o feitos para o tr&acirc;nsito pesado. A hierarquia das vias prev&ecirc; que as ruas tenham pap&eacute;is diferentes no tr&acirc;nsito. H&aacute; as estruturais, as coletoras, as locais e as de pedestre. As ruas locais s&atilde;o feitas para responder a fun&ccedil;&atilde;o de responder aos deslocamentos estritamente locais, caracterizando-se por mostrar pequeno flu&ecirc;ncia de carros, baixa velocidade e alta acessibilidade aos lotes.</p>

<p>A charada &eacute; que algumas destas ruas locais correm o tra&ccedil;o de mudarem sua din&acirc;mica e perderem tra&ccedil;os respeit&aacute;veis de vizinhan&ccedil;a com a passagem inesperada e ainda mais frequente desses carros todos. S&atilde;o ruas onde pessoas moram, onde garotas andam, onde lojas funcionam e onde padarias vendem p&atilde;ozinho. Elas s&atilde;o suficientes para acomodar um tr&acirc;nsito ambiente, todavia est&atilde;o iniciando a sucumbir diante das filas de motoristas que se formam durante horas e horas no dia.</p>

<p>Ser&aacute; preciso relembrar que a avenida n&atilde;o nasceu para as rotas motorizados de longa dist&acirc;ncia. A estrada nasceu como palco da vida cotidiana. Estrada para pessoas. Imagem: Manual de cal&ccedil;adas de Nova York. O urbanista dinamarqu&ecirc;s Jan Gehl &eacute; categ&oacute;rico: “num mundo cada vez mais urbanizado, devemos ser idealistas e pragm&aacute;ticos sobre isto como escolhemos viver.</p>

<p>Se quisermos tornar nossas cidades mais saud&aacute;veis, felizes e eficientes no gasto energ&eacute;tico, desta maneira, temos que recalibrar nossas medidas pra focar mais pela qualidade de vida: n&oacute;s carecemos inverter e doar o espa&ccedil;o hoje dado aos carros pras pessoas”. A diferen&ccedil;a algumas vezes inexistente entre os chamados espa&ccedil;os de passagem e os espa&ccedil;os de perman&ecirc;ncia. No estudo de arquitetura e urbanismo, &eacute; comum ouvirmos a discernimento entre espa&ccedil;os de perman&ecirc;ncia e espa&ccedil;os de passagem.</p>

<p>Talvez estas categorias sejam &uacute;teis quando se pensa em princ&iacute;pios diferenciais, por&eacute;m pela maior parte das vezes, elas n&atilde;o podem absorver a complexidade da quest&atilde;o do transporte hoje. O racioc&iacute;nio bin&aacute;rio n&atilde;o fornece conta de sonhar em espa&ccedil;os p&uacute;blicos contempor&acirc;neos, em que o continuar e o atravessar se misturam. Uma esta&ccedil;&atilde;o do metr&ocirc; &eacute; feita para levar pessoas de um lugar a outro.</p>

<p>Por&eacute;m as esta&ccedil;&otilde;es vivem cheias de pessoas que marcam encontros pr&oacute;ximos &agrave;s catracas e est&atilde;o esperando algu&eacute;m. O movimento de ve&iacute;culos nas ruas de emprego misto ou mesmo em ruas residenciais parece estar amea&ccedil;ando diretamente essa exist&ecirc;ncia: quando est&atilde;o vazias, os motoristas correm muito acima do limite de 30km/hora, que parece ser completamente rejeitado por autoridades.</p>

<p>Quando est&atilde;o cheias, os motoristas decidem buzinar e reclamar do evento de terem sido levados at&eacute; um atalho que n&atilde;o d&aacute; certo e que os obrigam a aguardar algu&eacute;m sair de sua garagem. O consequ&ecirc;ncia &eacute; o mesmo: um desconforto tremendo nas casas, e nas cal&ccedil;adas. O encontro dia a dia numa estrada de S&atilde;o Paulo.</p>
<ul>

<li>17 Edi&ccedil;&atilde;o desfeita 17.1 Refer&ecirc;ncia de opini&atilde;o</li>

<li>Acrescenta t&iacute;tulos que descrevem assunto de cada sec&ccedil;&atilde;o</li>

<li>Marcel Rizzo</li>

<li>quarenta e sete &quot;Jogo Ligado&quot;</li>

<li>48 Constru&ccedil;&atilde;o de comiss&atilde;o na BU - UFSC</li>

</ul>

<p>Tirei este imagem h&aacute; anos e gosto muito da ideia de que as vizinhas puderam se achar pela cal&ccedil;ada em raz&atilde;o de ela re&uacute;ne as condi&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas para a conviv&ecirc;ncia no espa&ccedil;o p&uacute;blico. Com mais ve&iacute;culos, mais barulho, mais fuma&ccedil;a, mais buzina, mais velocidade, ser&aacute; que este encontro continuaria a suceder? Ser&aacute; que os aplicativos melhoram o tr&acirc;nsito no momento em que usados em uma escala superior?</p>

<p>Um estudo da Faculdade da Calif&oacute;rnia mostra que nem sempre os aplicativos melhoram o tr&acirc;nsito no m&eacute;dio per&iacute;odo. Em outras simula&ccedil;&otilde;es, principalmente no momento em que existe um congestionamento causado por incidente ou quebra localizada, o efeito &eacute; o oposto do que se esperaria. No momento em que h&aacute; uma base grande de usu&aacute;rios de aplicativos, todos tendem a dar no p&eacute; do lugar do acaso de um a outro lado das rotas possibilidades.</p>

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